Desde que o mundo passou a ser visto como um espaço de criação e o homem percebeu-se como um ser curioso, descobridor de informações e detentor do intelecto criativo, as revoluções iniciaram sua trajetória. Mesmo numa escala microscópica, se for comparada as invenções atuais, todas, até mesmo o fogo, foram obra do desenvolvimento humano coletivo.Atualmente, vive-se na era digital, onde a maioria das coisas é possível, pelo menos no mundo imaginário, e todos desejam participar e está “logado” nesse universo.
Apesar dessas transformações, é notável que muitas instituições sociais não se adequaram para acompanhar essa nova necessidade. A família e as instituições de ensino são as que mais sofrem com esse dilema. A família muitas vezes não sabe lidar com essa nova tecnologia, primeiro porque os pais não a conhecem, segundo que os filhos não tem uma orientação adequada de como utilizá-la e aplicá-la em sua vida, pensando de forma crítica o que seria importante para guardar e o que não seria. A escola, por outro lado, pode até possuir uma sala de informática, ter o recurso, mas não dispõe de profissionais capacitados para despertar no aluno o desejo de buscar o saber através das tecnologias.
Apesar dessas transformações, é notável que muitas instituições sociais não se adequaram para acompanhar essa nova necessidade. A família e as instituições de ensino são as que mais sofrem com esse dilema. A família muitas vezes não sabe lidar com essa nova tecnologia, primeiro porque os pais não a conhecem, segundo que os filhos não tem uma orientação adequada de como utilizá-la e aplicá-la em sua vida, pensando de forma crítica o que seria importante para guardar e o que não seria. A escola, por outro lado, pode até possuir uma sala de informática, ter o recurso, mas não dispõe de profissionais capacitados para despertar no aluno o desejo de buscar o saber através das tecnologias.
Deve-se, portanto, investir na capacitação profissional do educador para utilizar esses novos recursos em prol de uma aula dinâmica, que ajude a construir novos conhecimentos. Por outro lado, o governo, juntamente com o auxílio das instituições privadas, deveria promover a inclusão digital, para que os educandos sejam assistidos em todos os lugares, não somente no meio escolar, mas por toda a sociedade.
Cristiane Prado

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