quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Livro Infantil

A história que segue foi construída pela Equipe Impressos e Educação de Segunda-feira da disciplina EDC 287 - Educação e Tecnologias Contemporâneas. O tema escolhido foi a Metareciclagem, tendo como ferramenta para desenvolver os desenhos o Inkscape (Leia sobre ele na publicação do dia 29 de Setembro de 2008).
A HISTÓRIA DE TELINHA

Era uma vez uma imensa loja de computadores.
Enquanto não eram vendidos para as pessoas do mundo, os computadores aguardavam, quietinhos, o dia em que seriam escolhidos para participar da vida de uma criança.
E aconteceu, um dos computadores finalmente foi vendido, e acordou, seu nome é Telinha.
- Ai, ai, que luz forte... Uau!!! Que lugar bonito!!! Puxa, nem acredito, finalmente posso ser útil a uma criança.
Telinha é muito esforçado, como suas peças são novinhas, ele responde bem rapidinho aos comandos de Alice, a criança que o ganhou e que adorava navegar pela internet. Telinha finalmente realizou seu sonho.
O tempo passou e Alice já estava achando que Telinha não correspondia como antigamente, e ele não estava mais limpo e bonito como na primeira vez que o viu.
Em seu aniversário, ela ganhou um novo computador:
- Puxa, mamãe, que computador lindo, ele vai combinar com o meu quarto rosa.
E Telinha foi colocado de lado, no depósito da família. Ele ficou cada dia mais triste, pegou poeira. Foi, definitivamente, esquecido por Alice.
- Shift, shift...
Alguns meses se passaram... e entre uma arrumação e outra, ele foi descoberto pela Dona Maria, empregada da família.
- Como você esta empoeirado. Vou falar com a minha patroa, e vou te levar para um lugar onde você possa ser útil para alguém.
E dona Maria conversou com a Senhora Carla, mãe de Alice.
- Senhora Carla, estava limpando o depósito e percebi que a há um computador sem uso. Poderia doá-lo para a minha comunidade?
- Claro, Dona Maria! Não tem problema, pode levar! Mas, sinceramente, ele está parado a tanto tempo, não sei se vai servir para alguma coisa.
- Claro que serve! Na minha comunidade tem o “Projeto Metareciclagem”, onde o lixo eletrônico, como um computador usado ou velho, pode ser transformado para ser utilizado por outras pessoas.
- Que boa iniciativa! Vou aproveitar e falar com meus amigos para doarem os computadores que eles não estão mais usando.
A partir daquele dia, a vida de Telinha estava mudando. Ele foi levado para o Projeto Metareciclagem, junto com os outros computadores doados. Chegando a comunidade de Dona Maria, ela encontrou seu João, o coordenador do projeto...
- Oi, Seu João! Olha o que eu trouxe para o projeto.
- Poxa, Dona Maria, onde você encontrou tantos computadores para doação?
- Ah, Seu João, minha patroa que providenciou todos eles, principalmente esse daqui.
Ela estava falando de Telinha, que já estava se animando com toda aquela movimentação.
- Então, mãos à obra.
Seu João ficou muito contente com todos aqueles computadores, ele chamou os colaboradores do projeto e disse:
- Seguindo os passos necessários encontrados na Cartilha sobre Metareciclagem, vamos transforma todos os computadores.
- Então garotada, mãos à obra.
- Vamos separar os computadores e as peças em bom estado.
- Reconstruir os computadores.
- Fazer pinturas e desenhos nos computadores reconstruídos. Muita criatividade nessa hora.
Depois que os computadores ficaram prontos, eles foram organizados em uma linda sala e todos da comunidade começaram a utilizá-los, principalmente as crianças, que acessavam a Internet para jogar, brincar e fazer trabalhos escolares.
Telinha, finalmente, voltou a sorrir. Agora ele tinha muitos amiguinhos e voltou a se sentir útil mais uma vez...

CARTILHA SOBRE METARECICLAGEM

Passos para a Metareciclagem (Objeto: Computador)

Recolher o objeto que não está mais sendo utilizado
Separação prévia dos materiais em bom estado
Reconstrução dos computadores, a partir das peças em bom estado
Customização desse computador através da criatividade do indivíduo e utilizando-se de matérias para pintura e desenho, ou outros materiais, no intuito de melhorar a aparência do computador
Cris Prado

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Impressos e Educação

Impresso, como já diz o nome, é tudo aquilo que se imprimiu para comunicar e transmitir informações. O impresso surgiu a partir da invenção da prensa, pelo alemão Gutenberg, e, desde então, revolucionou toda a história da escrita, permitindo que o conhecimento, que era restrito para uma parcela da população, se propagasse e chegasse a todos aqueles que, inicialmente, tinham sido excluídos do processo. Desde essa revolução, o impresso passou a ter um importante papel para a sociedade, sendo considerado um dos meios de transmitir conhecimento.
Atualmente, por causa do surgimento da internet, muitos questionamentos apareceram, principalmente sobre a possível substituição do impresso pelas informações do mundo virtual. Mas, apesar das revoluções tecnológicas, penso que a internet e os impressos podem agir conjuntamente, e se complementar, permitindo que o indivíduo possua as duas experiências. Quem poderia mediar esse processo seria, justamente, o educador, que iria inserir os impressos e as pesquisas da internet em sua práxis pedagógica.
Na escola, os impressos poderiam ser utilizados como mais um recurso para garantir a atenção do aluno e lhe proporcionar uma nova experiência. O Jornal Mural, o Cordel ou o desenvolvimento de Livros de Literatura são alguns exemplos de impressos que podem e devem ser trabalhados em sala, afinal, eles auxiliam na interação com o grupo, na troca de informações e idéias, no uso de vocabulários aprendidos, além de proporcionar satisfação e elevar a auto-estima do educando que está produzindo algo que tem a sua "Cara".
De maneira geral, pode-se concluir que o impresso, além de comunicar, pode ser utilizado para construir um outro conhecimento, além de oferecer grandes oportunidades, dependendo do impresso, de está em contato com a cultura popular ou com a realidade social, financeira, econômica e política do país.

Cris Prado

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Contribuições no I Congresso de Tecnologias na Educação

Penso que a participação no congresso foi importante para interagir com pessoas de todos os cantos do Brasil, trocar experiências e conhecer trabalhos voltados para a melhoria da educação. Aprovo a idéia de usar um ambiente virtual como meio para socializar as reflexões dos alunos e, por conseguinte, construir um conhecimento coletivamente. Acredito que, atualmente, a articulação entre pessoas pela internet é uma forma de possibilitar uma nova educação, onde todos são importantes no processo. Para isso, seria indispensável investir e possibilitar a inclusão social e, consequentemente, a inclusão digital dos indivíduos.
Segue abaixo a participação da aluna Cristiane Santos Prado no ambiente virtual do congresso.
Para ter acesso a contribuição de outros alunos, visite: http://www.blogger.com/img/blank.gif
(Acessar aula do dia 13/11/2008, item 2).
Cristiane Prado

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por cristiane santos prado - quarta, 29 outubro 2008, 23:41

Boa noite, congressistas!!!
Penso que o ambiente wiki é mais um recurso plausível para ser utilizado como ferramenta para educar e desenvolver a sociabilidade do educando, assim como despertar no indivíduo seu lado crítico, curioso, capaz de construir conhecimentos coletivamente. Atualmente, estou trabalhando na faculdade com dois ambientes virtuais, o Twiki e o Moodle. Acredito que essa forma de desenvolver a aula é simplesmente excepcional, pois não somente o docente tem acesso aos trabalhos, as reflexões dos alunos, mas todos têm acesso e podem contribuir. É uma relação de "todos com todos", onde todos podem crescer, aprender e desenvolver seus argumentos, onde todos podem usufruir do conhecimento coletivo.
Cristiane Prado

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por cristiane santos prado - terça, 28 outubro 2008, 12:35

Bom dia, congressistas! Bom dia, Professor Jarbas!
Primeiramente, gostaria de parabenizá-lo pelo texto. Sinto dizer que, ao iniciar a leitura, não compreendia o foco do seu tema, mas, ao desenrolar dos parágrafos, os assuntos se completavam, num ir e vir de perguntas e respostas, como numa perfeita melodia. Dentre os argumentos observados, concordo com você quando afirma que a leitura está morrendo. Na realidade, acredito mesmo que a leitura, como existia antigamente, mudou, pois não há como ler livros específicos e conhecer o assunto por completo, afinal, atualmente, existem milhões de livros sobre um mesmo assunto, e todos fundamentados com novos argumentos. Não há como deter todo o conhecimento, mas apenas uma parte dele, por um determinado tempo. Penso que o mundo tornou-se uma janela de informações. Para todo lado que se olha, existem milhões de palavras nos rodeando, imagino que é por isso que o jovem não consegue mais concentra-se num único assunto. O jovem não tem um foco, ele tem vários focos. Acredito que o conhecimento tornou-se algo superficial. Portanto, deixo alguns questionamentos: Como despertar no aluno o desejo pela leitura de um livro, se pela janela do computador o acesso as informações é mais prático? Se ele tem acesso a tantas informações, como impedir que o seu conhecimento torne-se superficial? Como o educador deve agir com esse novo aluno?
Cristiane Prado

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por cristiane santos prado - terça, 28 outubro 2008, 10:46

Bom dia, congressistas!!!
Primeiramente, gostaria de parabenizar a Doutoranda Maria de Fátima Franco pela iniciativa de desenvolver esse trabalho. Isso sim é uma iniciativa plausível. É bom saber, no início da carreira, que existem pessoas realmente interessadas em divulgar trabalhos magníficos, com um único propósito, trocar experiências e, posteriormente, aplicá-las na prática pedagógica. Segundo, dizer que o texto Aprendizagem Colaborativa na Web foi muito bem elaborado e tem uma fluidade perfeita para a leitura. Penso que a educação dever ter, justamente, essa fluidade, essa leveza. A sala de aula deve ser um palco, onde a cada fala de aluno ou de professor uma obra se realizaria. Ser educador, acima de tudo, é despertar a vontade e a curiosidade pelo saber, com isso, independentemente do espaço onde o aluno estiver, ele será capaz de buscar o conhecimento, pois não será por obrigação, mas pelo desejo de aprender, de conhecer o mundo ao seu redor.
Cristiane Prado

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por cristiane santos prado - segunda, 27 outubro 2008, 11:25

(Trecho do Texto: Por um coletivo inteligente: A construção dos saberes em Pierre Lévy)
"Pierre Lévy nos ensina, com simplicidade e simpatia que a transmissão de saberes não é privilégio do professor, é obrigação de todo e qualquer ser humano, porém o privilégio em ser um profissional da educação está em saber conduzir seus grupos para a autonomia de busca de saberes e direcioná-los para os coletivos inteligentes. É mais do que justo que Pierre Lévy se recuse a dizer como as suas teorias poderiam ser aplicadas à educação. A educação, como fenômeno social, deveria primeiro modificar sua forma de pensar na base, nos professores mesmo e então, não será necessário que se ensinem receitas de como dar aulas, porque dar aulas não será mais necessário."

Penso que o texto trata com muita presteza as questões sobre o profissional da educação e sua nova função como educador na sociedade emergente, seguindo o pensamento de Pierre Lévy, que acredita que o conhecimento, em sua totalidade, só ocorre no coletivo.
Segundo o texto, o conhecimento não deve ser mais monopolizado por uma única instituição ou por um único indivíduo, denominado professor. Na realidade, com as possibilidades de acesso a informação no cyberespaço, todos transformaram-se em detentores do conhecimento, não dele por completo, mas de algumas partes, por um determinado tempo em particular. Portanto, o educador teria a função de mediar e problematizar todo esse processo, despertando no educando a sua autonomia e instigando o seu desejo pela busca do saber.
No trecho citado, Pierre Levy acredita que não existe uma receita para a educação, afinal deve-se levar em consideração que os ingredientes do bolo são diferentes para cada realidade, portanto, a melhor maneira é mudar o profissional responsável diretamente pela educação, fazendo-o entender o seu papel na nova sociedade e reconhecê-lo como tal.
Cristiane Prado

Cantina
por cristiane santos prado - segunda, 27 outubro 2008, 09:39

Bom dia, congressistas!!!
Sou estudante do 4° semestre do curso de Pedagogia na Universidade Federal da Bahia - UFBA. Estou animada e espero aprender muito com o seminário e com vocês. Que nesses dias de seminário, esse espaço virtual seja um parque e a curiosidade uma boa amiga, que anda de mão dadas e nos direciona para o conhecimento.
Bom Congresso para todos!
Cristiane Prado

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

I Congresso de Tecnologias na Educação

O I Congresso de Tecnologias na Educação ocorrerá no período de 27 a 31 de Outubro de 2008, num ambiente totalmente virtual, como o Twiki e o Moodle, e divulgará os diferentes usos da tecnologia na escola. Este congresso permitirá que professores, pesquisadores de todos os níveis de ensino, usuários das tecnologias em sala de aula ou em pesquisas tenham acesso a inúmeros palestras, artigos e relatos, com temas voltados para a educação, permitindo que os congressistas leiam, se apropriem do conhecimento e o transformem, através da postagem de suas impressões nos espaços de discussão dos trabalhos.
Dentre os textos disponíveis no ambiente virtual, está o texto "Por um coletivo inteligente: A construção dos saberes em Pierre Lévy" de Patricia Teixeira Tavano, que é Mestranda em Educação pela USP, e de Cleber Augusto Tavano, que é Designer em Multimídia pela Faculdade SENAC de Comunicação e Artes/SP.

Trecho do texto em questão:
"Pierre Lévy nos ensina, com simplicidade e simpatia que a transmissão de saberes não é privilégio do professor, é obrigação de todo e qualquer ser humano, porém o privilégio em ser um profissional da educação está em saber conduzir seus grupos para a autonomia de busca de saberes e direcioná-los para os coletivos inteligentes. É mais do que justo que Pierre Lévy se recuse a dizer como as suas teorias poderiam ser aplicadas à educação. A educação, como fenômeno social, deveria primeiro modificar sua forma de pensar na base, nos professores mesmo e então, não será necessário que se ensinem receitas de como dar aulas, porque dar aulas não será mais necessário."

Penso que o texto trata com muita presteza as questões sobre o profissional da educação e sua nova função como educador na sociedade emergente, seguindo o pensamento de Pierre Levy, que acredita que o conhecimento, em sua totalidade, só ocorre no coletivo.
Segundo o texto, o conhecimento não deve ser mais monopolizado por uma única instituição ou por um único indivíduo, denominado professor. Na realidade, com as possibilidades de acesso a informação no cyberespaço, todos transformaram-se em detentores do conhecimento, não dele por completo, mas de algumas partes, por um determinado tempo em particular. Portanto, o educador teria a função de mediar e problematizar todo esse processo, despertando no educando a sua autonomia e instigando o seu desejo pela busca do saber.
No trecho citado, Pierre Levy acredita que não existe uma receita para a educação, afinal deve-se levar em consideração que os ingredientes do bolo são diferentes para cada realidade, portanto, a melhor maneira é mudar o profissional responsável diretamente pela educação, fazendo-o entender o seu papel na nova sociedade e reconhecê-lo como tal.

Cristiane Prado

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Balanço e Novo Encaminhamento das Aulas

Para demonstrar a trajetória dos alunos nos ambientes virtuais da disciplina, foi realizado um balanço sobre as atividades realizadas nos ambientes do Moodle, no caso leitura dos materiais disponibilizados e participação nos fóruns, observando sempre a reflexão dos temas trabalhados e argumentações, acesso a lista de discussões, que propicia a divulgação do seu entendimento para os colegas e interação de conhecimento, com a idéia "todos para todos", e atualização dos blogs, observando as publicações, se tem links, fotos, imagens, vídeos, boas reflexões e participações nos blogs dos colegas.
Além desse balanço, foi organizado os grupos para trabalharem com as oficinas: Internet e Educação, Rádio e Educação, Tv e vídeo e Educação e Impressos e Educação. Esse trabalho colaborativo terá como tema geral as tecnologias existentes.A minha Equipe ficou com Impressos e Educação. Nessa oficina, decidimos desenvolver um livro infantil e trabalhar com o tema Metareciclagem, que é um tema atualíssimo, que possibilita alternativas para lidar com o e-lixo criado pelos eletrônicos. A idéia inicial é criar uma história que possibilite as crianças entenderem o que é a metareciclagem e qual o cunho ambiental para essa iniciativa (Ler publicação do dia 15 de Setembro de 2008 - Consciência Tecnológica).

Cris Prado

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

Conhecendo o AUDACITY

O Audacity é um editor e gravador de áudio livre, disponibilizado para Windows, GNU/Linux e outros softwares.Esse programa pode ser utilizado para:
  • Gravações ao vivo

  • Transformar fitas cassete em gravações digitais e CDs

  • Editar arquivos em formato Ogg Vorbis, MP3 e WAV

  • Cortar, copiar, colar e juntar sons e faixas de áudio

  • Alterar a velocidade ou o timbre de uma gravação

  • E muito mais!
Para descobrir maiores informações sobre esse programa, como ele funciona e como baixá-lo da internet, acesse o link: http://audacity.sourceforge.net/.

Cristiane Prado

O que é o Twiki?

O Twiki é uma ferramenta de escrita colaborativa na web, que possibilita várias pessoas, separadas geograficamente, interagir para criação de textos.
Segue abaixo um texto que foi criado na página do Twiki. Para acessá-lo e modificá-lo, contribuindo assim com o seu entendimento sobre a temática ELEIÇÃO, você pode visitar o link: https://www.twiki.ufba.br/twiki/bin/view/Sandbox/Aluno1. Ou ainda visitar todos os tópicos criados pelos alunos da disciplina EDC 287: https://www.twiki.ufba.br/twiki/bin/view/Sandbox/EDC287. Lembre-se de se cadastrar no site: http://www.twiki.ufba.br/.

Eleições 2008

Ontem, dia 5 de Outubro de 2008, foi um dia histórico, ocorreram as eleições para escolha do Prefeito e do Vereador de todas as cidades do Brasil. É um momento em que o cidadão tem o direito e o dever de escolher quem será o gestor de sua cidade. Em Salvador, a capital da Bahia, a disputa estava acirrada. Até o último dia da campanha eleitoral, era impossível saber ao certo qual dos três candidatos que mais se destacaram ganharia a eleição. Como foi esperado, o resultado das eleições só será decidida no Segundo Turno, onde a população soterapolitana terá a responsabilidade de escolher entre o canditato que "já embalou" ou o "amigo do presidente".

Cristiane Prado


Promessa de Prefeito: Cuidado!!!
Você pode ser o próximo!



Cristiane Prado

segunda-feira, 29 de setembro de 2008

INKSCAPE? KINO? O que são?

Se você conhece o Word, editor de texto, o Excel, editor de tabelas, ou o Picture Manager, editor de imagens, não terá dificuldades em lidar com o Inkscape ou com o Kino.O Inkscape é um editor de imagem, que permite a criação de uma imagem ou a modificação de imagens prontas, retiradas da internet ou de outras fontes. É um recurso que pode ser utilizado em aulas práticas em salas de aula para o desenvolvimento da coordenação motora, além de colocar em prática toda a criatividade e imaginação do indivíduo.Já o Kino é um editor de vídeos. Nesse programa você pode modificar e criar vídeos, de acordo com a necessidade. Um exemplo de produtos do Kino são os vídeos do Youtube, aqueles desenvolvidos para tratar algum assunto específico, como a globalização, o software livre ou a inclusão digital.
O Inkscape ou o Kino são aplicativos livres e podem ser facilmente baixados da internet para utilização tanto em software livre como em software proprietário. Há sites que explicam sobre esses programas, como o http://estudiolivre.org/kino e o http://estudiolivre.org/inkscape. Aproveite essa facilidade de acesso a informação e conheça mais esses recursos para ficar "antenado" no mundo das informações.

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

INCLUSÃO Digital

Penso que para haver inclusão digital é necessário, primeiramente, ocorrer uma inclusão social, onde os indivíduos teriam acesso aos serviços básicos, como moradia, saúde, saneamento básico, educação e um emprego digno, que lhe permita acender socialmente e ter acesso as novas tecnologias, consumi-las.
Há outro ponto que a sociedade confunde. Pensar sobre inclusão digital não é entendê-la simplesmente como uma forma de ter acesso a um computador, a uma máquina, mas entendê-la como um processo onde os indivíduos participariam ativamente da produção de cultura e de conhecimento na sociedade. Para isso, interagir, modificar e transformar o processo seria indispensável para se alcançar esse êxito.
Atualmente, a inclusão digital nas escolas ocorre principalmente devido a criação de laboratórios de informática, onde os alunos, por intermédio de instrutores, acessam as ferramentas do computador. Infelizmente, esse tipo de iniciativa acaba por causar uma exclusão, afinal, essa inclusão se distancia do educador, pois esse, em sua maioria, não sabe lidar com essa ferramenta, e não recebe instrução para manuseá-la, com isso, gera uma inversão dos papeis: o aluno que detém normalmente esse conhecimento, deixando o profissional à margem do processo.
Na realidade, a questão é capacitar esse profissional para que ele utilize essa ferramenta, não como mero recurso didático, para prender a atenção do aluno, ou como ferramenta de editar textos e imagens, como ensinam os instrutores, mas utilizá-la como uma fonte de criação do conhecimento, de debate, de discussão.
Nota-se que existem vários tipos de inclusão, e inúmeras formas de exclusão, vive-se num ciclo vicioso, pois a cada nova descoberta, os incluídos tornam-se excluídos, até que se detenha o novo conhecimento. O mais importante é fazer com que os indivíduos da sociedade tenham uma educação voltada para o conhecimento crítico, curioso, observador, com isso, independentemente da nova tecnologia ou processo, ele poderá adequar-se facilmente, afinal ele será um homem capaz de pensar e buscar soluções para o problema.
Cris Prado

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

Consciência Tecnológica

Nas últimas décadas, o mundo está vivendo na era da revolução digital. As máquinas, que antigamente ocupavam um grande espaço, tornaram-se menores e super especializadas, armazenando suas informações em pequenos chips.
Com o avanço das tecnologias, todos os dias surge um aparelho mais moderno, mais especializado, e, conseqüentemente, há o desejo de consumi-lo. Infelizmente, esse novo aparelho não tem um tempo de vida longo, primeiro porque sempre existirá um lançamento mais moderno no mercado, segundo que eles não são feitos mesmo para durar, afinal as empresas só visam o lucro, e se esses aparelhos durassem como elas iriam sobreviver.
Por cauda dessa superfluidade, criou-se um grande problema para a comunidade mundial: Onde colocar tanto lixo eletrônico produzido pela nova mentalidade mundial? Nos países emergentes, como está sendo feito na China, e simplesmente ignorando como ele está sendo tratado? Ou deixando a decisão a mercê da sociedade, que normalmente não faz uma seleção do seu próprio lixo? E mesmo que o fizesse, o que adianta separar o lixo se não existe iniciativas para uma coleta seletiva nas comunidades?
Penso que uma das soluções é existir iniciativas governamentais para articular essa produção em massa das empresas com uma postura ambiental, onde ocorreria uma reciclagem dos materiais produzidos. Entretanto, essa suposta reciclagem, muito eficiente quando se trata somente de papel e plástico, não funciona muito bem quando se trata de aparelhos eletrônicos, pois, nesse caso, o processo só aproveita algumas peças que ainda servem para comercialização. Portanto, uma iniciativa condizente com esse problema seria o processo de metareciclagem, onde todas as peças são utilizadas para criar um novo produto.
Percebe-se que a humanidade deve atentar-se e tomar iniciativas antes que a situação torne-se caótica, afinal, pelo que sei, essa revolução não tende a estacionar, mas sim expandir e cada vez utilizar mais recursos e criar mais lixo eletrônico.

Cristiane Prado